Por que é importante fazer o gerenciamento dos documentos fiscais eletrônicos recebidos?

Olá Pessoal!!!

Assim como os outros projetos de Documentação Fiscal Eletrônica, a Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e) veio pra ficar, e com certeza trará melhorias significativas em todas as atividades de prestação de serviços. Mas como as empresas devem se adequar frente aos diferentes layouts de integração das prefeituras?

Boa leitura a todos.

A virtualização dos documentos fiscais eletrônicos é uma realidade para grande parte das empresas brasileiras. Diante deste cenário, novas necessidades começaram a surgir. Uma delas é o gerenciamento desses documentos dentro da empresa, sejam Notas Fiscais eletrônicas (NF-e), Notas Fiscais de Serviços eletrônicas (NFS-e) ou Conhecimentos de Transporte eletrônico (CT-e).

Antes, na época em que os documentos eram apenas em papéis, havia dificuldades como: altos custos para o armazenamento e riscos de extravio. Agora, este trabalho ficou mais simples, com redução da burocracia e dos custos. No entanto, apenas empresas bem preparadas se beneficiarão dessas mudanças, uma vez que toda a tramitação de documentos fiscais eletrônicos entre as empresas é fiscalizada eletronicamente pelas administrações tributárias em todas as esferas.

A legislação em vigor estabelece, por exemplo, que o receptor da NF-e verifique a legitimidade da mesma, sob pena da co-responsabilidade tributária caso não o faça, entre outras obrigações. Para evitar esse tipo de problema futuro e guardar de forma segura os documentos fiscais eletrônicos, é preciso analisar as necessidades da empresa e buscar alternativas que as atendam.

Uma maneira de facilitar esse processo é através do G2KA e-Doc, um software que trabalha no recebimento, armazenamento e validação de documentos eletrônicos de forma dinâmica. Entre os benefícios da utilização desse sistema, destacam-se a recepção automática de todos os documentos fiscais eletrônicos recebidos pela empresa e a validação junto aos órgãos autorizadores (SEFAZ), verificando se o documento recebido está mesmo autorizado.

Somente documentos autorizados são considerados válidos e assim, suas informações passam a ser armazenados de forma segura. Esta guarda está determinada em lei e os contribuintes precisam disponibilizar os arquivos aos clientes compradores ou tomadores de serviços, caso uma ocorra uma auditoria.

Por favor, fiquem a vontade em comentar o artigo. Todo e qualquer comentário será muito bem vindo, e usarei todas as sugestões para melhorar cada vez mais as publicações. Também não sou o dono da verdade, então se for necessário me corrijam!!! Tudo o que descrevo aqui reflete a minha experiência em Nota Fiscal Eletrônica, mas estou em constante aprendizado.

Grande abraço!!!

Maicon Klug

Os municípios e a NFS-e: o que as empresas precisam fazer?

Olá Pessoal!!!

Assim como os outros projetos de Documentação Eletrônica, a Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e) veio pra ficar, e com certeza trará melhorias significativas em todas as atividades de prestação de serviços. Mas como as empresas devem se adequar frente aos diferentes layouts de integração das prefeituras?

Boa leitura a todos.

A NFS-e trará muitos benefícios para os contribuintes prestadores de serviços, isso não há o que se discutir. Após implantada e em funcionamento, basta apenas usufruir das suas vantagens. Mas até lá, há alguns desafios a serem superados, principalmente pelas empresas de
desenvolvimento de softwares de gestão e prestadores de serviços que possuem filiais distribuídas em várias cidades.

Mas qual é a dificuldade?

A principal dificuldade de que estou falando é a falta de padrão na integração entre prefeituras e contribuintes. Cada município vem adotando um modelo diferente de integração, dificultando o desenvolvimento da comunicação no sistema de gestão dos contribuintes. Os que mais sofrem são as empresas com várias filiais e os desenvolvedores de softwares de gestão (ERP).

Reparem nesses dois números: (i) Em torno de 500 municípios já se adequaram a NFS-e, ou estão em fase de adequação; e (ii) Existem mais de 40 modelos de integração diferentes. Se compararmos com a NF-e, que possui um único modelo de integração independente do estado, já podemos imaginar a diferença entre as duas Notas Eletrônicas e o volume de trabalho necessário para manter uma solução que atenda perfeitamente a este cenário.

O que há de diferente nos padrões dos municípios?

Podemos citar alguns dos itens que podem variar de acordo com o ambiente de cada prefeitura: (i) regras de validação, como quantidade de itens de serviço, % de imposto, impressão do DANFSE e outras; (ii) layouts com informações diferentes, depende da necessidade de cada município; (iii) integração online (webservices) e offline (arquivos TXT ou XML); e (iv) uso e não uso de Certificado Digital, algumas prefeituras solicitam apenas usuário e senha.

Esses são apenas alguns dos itens que podem ser diferentes. Conforme as prefeituras estão se adequando, novos padrões de integração são criados e novas surpresas vão surgindo. Como as prefeituras estão aderindo de forma muito rápida (mais do que o esperado), vamos em breve ultrapassar os 50 modelos de integração e alcaçar os 1000 municípios com obrigatoriedade. Para empresas com atuação a nível nacional, este pode se tornar um cenário que trará grande demanda técnica (custo operacional).

O que as empresas precisam fazer?

Uma das possibilidades é desenvolver a integração com cada município. Entretanto, esta não é uma opção financeiramente viável, nem a curto e nem a longo prazo. Uma vez desenvolvida uma solução, é necessário mantê-la, e o custo dessa manutenção pode se tornar muito elevado. Esta
conta é válida tanto para uma empresa prestadora de serviços, quanto uma empresa de desenvolvimento de software de gestão.

Hoje já existe no mercado soluções especialistas no assunto NFS-e. Soluções que já integram e estão homologadas com um grande número de municípios, de fácil integração com os sistemas de gestão dos contribuintes e o principal: adequadas a realidade de cada município com NFS-e.

Avaliar a possibilidade de parceria é algo deve estar no escopo do projeto antes de iniciar o seu desenvolvimento. No modelo de parceria há diversas vantagens técnicas, comerciais, financeiras e administrativas, basta procurar pelo parceiro certo: aquele que puder contribuir com mais
benefícios.

Por favor, fiquem a vontade em comentar o artigo. Todo e qualquer comentário será muito bem vindo, e usarei todas as sugestões para melhorar cada vez mais as publicações. Também não sou o dono da verdade, então se for necessário me corrijam!!! Tudo o que descrevo aqui reflete a minha experiência em Nota Fiscal Eletrônica, mas estou em constante aprendizado.

Grande abraço!!!

Maicon Klug

O que fazer quando a SEFAZ rejeitar uma NF-e emitida em contingência?

Olá Pessoal!!!

Neste artigo vou comentar um pouco sobre algumas situações que podem ocorrer após a emissão de uma NF-e em contingência. Ela pode não ser autorizada, sabia? O que fazer nessa situação?

Boa leitura a todos.

Consideremos a seguinte situação: uma NF-e foi emitida em Contingência, o DANFE foi impresso em Formulário de Segurança e a mercadoria foi enviada ao cliente. Depois, a conexão com a SEFAZ Origem foi estabelecida novamente e o arquivo foi transmitido. Mas havia um erro no arquivo e a SEFAZ rejeitou o mesmo.

O que fazer?

Notas Fiscais Eletrônicas retornadas com erros

Quando a SEFAZ Origem recebe notas emitidas em contingência, seja pelo DPEC ou Formulário de Segurança, ela pode rejeitar a NF-e por algum motivo (problemas com a formaçao do xml, problemas com o emitente ou com o destinatário, etc…).

Para tratar essa situação, o software emissor de NF-e precisa identificar o problema e comunicar ao usuário o que ocorreu. Assim o usuário pode tomar ações como alterar a Nota Fiscal no ERP e emití-la novamente.

Quando já houver ocorrido o trânsito da mercadoria, também é necessário comunicar ao cliente o que ocorreu, avisando que a nota que ele recebeu não possui mais validade e que uma nova será encaminhada.

Notas Fiscais Eletrônicas pendentes de retorno

Não é comum, mas uma situação que pode ocorrer é a pendência de retorno por parte da SEFAZ Origem. Quando ocorre alguma falha no ambiente da Secretaria de Fazenda, pode acontecer de as Notas Fiscais eletrônicas transmitidas ficarem “travadas” e o contribuinte não obter retorno (nem de recebido, nem de não recebido).

O interessante é que a SEFAZ Origem não se responsabiliza pelas NF-e pendentes de retorno. Cabe ao contribuinte efetuar todo e qualquer tratamento mediante as falhas que possam vir a ocorrer. Por isso é necessário que o sistema emissor de NF-e tenha uma inteligência onde ele possa saber quais são as Notas eletrônicas enviadas, mas que ainda não tiveram retorno.

Diante falhas da SEFAZ, podem ser tomadas decisões variadas: encaminhar novamente a NF-e, aguardar o retorno da SEFAZ, inutilizar a numeração das notas, cancelar as notas, etc. Entretanto, uma ação deve ser tomada mediante um diagnóstico, e é o software emissor de NF-e que deve prover meios para obtenção desse diagnóstico.

Por favor, fiquem a vontade em comentar o artigo. Todo e qualquer comentário será muito bem vindo, e usarei todas as sugestões para melhorar cada vez mais as publicações. Também não sou o dono da verdade, então se for necessário me corrijam!!! Tudo o que descrevo aqui reflete a minha experiência em Nota Fiscal Eletrônica, mas estou em constante aprendizado.

Grande abraço!!!

Maicon Klug

SCAN, DPEC e FS: Como funciona a emissão em contingência da Nota Fiscal eletrônica (NF-e)

Olá pessoal!!!

Neste artigo vou falar um pouco mais sobre as formas de Emissão em Contingência e como elas funcionam. Também vou dar algumas dicas de como os sistemas emissores de NF-e podem efetuar o tratamento dessas regras, que são impressindíveis em um software de emissão de NF-e.

Boa leitura a todos.

Como operam as Modalidades de Contingência?

Essa é uma boa pergunta. Os desenvolvedores de sistemas emissores de NF-e devem ficar atentos a essa regra de negócio, pois os sistemas precisam saber como se comportar em cada situação.

SCAN – Sistema de Contingência do Ambiente Nacional

O SCAN possui a mesma estrutura de recepção da SEFAZ Origem, executando as seguintes operações:

  • Recepção e autorização de NF-e
  • Cancelamento de NF-e
  • Inutilização de numeração de NF-e
  • Consulta ao status de uma NF-e
  • Consulta status operacional do seu serviço (webservice exclusivo do SCAN)
  • Consulta status operacional do serviço da Sefaz Origem (webservice exclusivo do SCAN)

Para que não ocorra a situação de uma mesma NF-e ser autorizada pelo SCAN e também pela SEFAZ Origem, o SCAN tratará somente Notas com numerações nas séries 900 a 999. Isso se aplica a todos os serviços elencados acima. Do mesmo modo, a SEFAZ Origem não tratará nenhuma Nota que possuir séries reservadas do SCAN.

O software emissor de NF-e deve estar preparado para operar tanto com a SEFAZ Origem quanto com o SCAN. Segundo o Manual de Contingência da NF-e, o sistema de mensageria de NF-e deve se comportar da seguinte forma:

  • Passar a gerar NF-e com numeração nas séries de contingência (900 a 999);
  • Alterar as chamadas dos webservices para invocar os webservices do SCAN;
  • Transmitir o aqruivo da NF-e e imprimir DANFE normalmente, conforme as autorizações emitidas pelo SCAN.
  • Monitorar a disponibilidade da SEFAZ Origem (através do webservice NfeStatusServico do SCAN), para determinar o momento de voltar a operar com a SEAFAZ Origem.

A SEFAZ Origem e o SCAN trabalham em sincronia. A SEFAZ Origem avisa o SCAN quando é o momento em que ele deve ativar/desaticar os seus serviços. A Notas Fiscais eletrônicas autorizadas pelo SCAN serão transmitidas também para o ambiente da SEFAZ Origem, permitindo que a consulta possa ser efetuadas nos dois ambientes.

DPEC – Declaração Prévia de Emissão em Contingência

O DPEC também é um ambiente que recebe solicitações das empresas contribuintes através da comunicação de webservices. Entretanto, o DPEC não autoriza a Nota eletrônica, ele apenas autoriza uma declaração de que aquela NF-e será transmitida posteriormente para a SEFAZ Origem, mas que no momento o DANFE será impresso em contingência (formulário comum A4).

Diferentemente do SCAN, o DPEC não se comunica com a SEFAZ Origem. Nesta forma de emissão em contingência, quando a conexão com a SEFAZ Origem for estabelecida novamente, a empresa contribuinte precisará encaminhar para ela todos os arquivos emitidos em contingência pelo DPEC.

Imagine a seguinte situção: a empresa perdeu a conexão com SEFAZ Origem e também não conseguiu conectar com o SCAN. O que ela faz? Ela bate na porta do DPEC e fala:

- DPEC, preciso emitir uma NF-e em contingência, você pode autorizar?
E o DPEC responde: – Claro, mas preciso de algumas informações. Me passe a chave de acesso, número da nota, série, informações da sua empresa e da empresa do destinatário.
- Ok, seguem as informações. Estou autorizado a imprimir o DANFE em uma folha A4 comum?
- Sem problemas, pode emitir. Mas depois, envie o arquivo completo da NF-e para a SEFAZ Origem.

Fiz essa apresentação “lúdica” para exemplificar de forma mais simples como funciona o processo. Em resumo, a NF-e não foi autorizada pelo DPEC, ele apenas tomou conhecimento de que naquele momento não havia conexão com a SEFAZ Origem, que o contribuinte imprimiu o DANFE e que encaminhará o arquivo posteriormente.

Assim como no SCAN, o software emissor de NF-e precisa ficar checando o momento em que a SEFAZ Origem voltar a ter conexão. Quando isso ocorrer ele, precisa enviar para ela (SEFAZ) todos as Notas eletrônicas que tiveram a autorização de emissão feita pelo DPEC.

FS – Formulário de Segurança

Na emissão do DANFE em Formulário de Segurança o processo muda um pouco. Nessa modalidade, o contribuinte precisa imprimir o DANFE em um formulário especial e em duas vias: uma para acompanhar a mercadoria e outra para ser arquivada na empresa (para posterior apresentação ao fisco). O formulário de segurança trata-se de uma folha especial, feita em Papel Moeda. Ao imprimir deve ser adicionada uma “marca d’água” com a identificação de que o DANFE está sendo impresso em contingência devido a problemas técnicos.

Assim como no DPEC, o arquivo da NF-e não é enviado diretamente para a SEFAZ Origem (pois não está sendo possível a conexão). Então, o sistema emissor de NF-e deve identificar quais NF-e foram emitidas em Contingência e transmitir essas NF-e para a SEFAZ Origem logo que a conexão for estabelecida novamente.

Implementando o Modo de Contingência

Para auxiliar o contribuinte a tomar a decisão de passar a operar em modo de contingência, o sistema de emissão de NF-e pode possuir algumas parametrizações e/ou verificações que definam as circunstâncias em que a emissão passará a ser em contingência. Podem existir inúmeras formas de efetuar esse tratamento, vou descrever algumas formas simples, porém eficázes, de possíveis implementações do sistema emissor de NF-e.

Emissão em contingência através do ambiente do SCAN

De tempos em tempos, o sistema pode consultar o status do serviço da SEFAZ-Origem. Caso identifique que a SEFAZ Origem não esteja disponível, o sistema emissor de NF-e já pode alterar automaticamente a forma de geração das NF-e, passando a gerá-las de acordo com as regras do Ambiente do SCAN.

O sistema pode fazer o mesmo quando a SEFAZ Origem voltar a ficar disponível, retornando a geração de NF-e para a forma normal.

Ao invés de proceder de forma automática, o sistema também pode informar ao usuário da situação e solicitar a confirmação da operação.

Emissão em contingência através do ambiente do DPEC

Assim como no SCAN, de tempos em tempos, o sistema pode consultar o status do serviço da SEFAZ Origem e verificar a sua disponibilidade. Se a SEFAZ Origem não esteja disponível, o sistema emissor de NF-e já pode alterar automaticamente a sua operação, passando a solicitar ao DPEC a autorização para emissão em contingência e identificar quais foram as Notas emitidas em contingência.

Quando a SEFAZ Origem voltar a ficar disponível, retornando a geração de NF-e para a forma normal, deverá transferir todos as Notas eletrônicas setadas como enviadas ao DPEC.

É desejável que esse vai e vem possa ser determinado pelo usuário como automático ou manual (fazendo assim que o usuário confirme a operação).

Emissão em contingência utilizando Formulário de Segurança

Poderia funcionar semelhante ao SCAN. Entretanto, ao invés de solicitar a autorização, poderia setar as Notas emitidas em contingência e também disparar a impressão para o Formulário de Segurança, setando a marca d’água necessária.

Quando a conexão com a SEFAZ Origem for estabelecida novamente, todas as Notas marcadas anteriormente deverão ser eviadas para a SEFAZ para autorização.

Também é desejável que esse processo seja disponibilizado ao usuário de forma onde ele possa optar por fazer manualmente ou deixar que o sistema faça as escolhas automaticamente.

Por favor, fiquem a vontade em comentar o artigo. Todo e qualquer comentário será muito bem vindo, e usarei todas as sugestões para melhorar cada vez mais as publicações. Também não sou o dono da verdade, então se for necessário me corrijam!!! Tudo o que descrevo aqui reflete a minha experiência em Nota Fiscal Eletrônica, mas estou em constante aprendizado.

Grande abraço!!!

Maicon Klug

Benefícios da NF-e: Soluções automatizam a gestão de Notas Fiscais de entrada e saída

Olá Pessoal!!!

Com o advento da NF-e, muitos dos processos internos das empresas puderam ser automatizados, garantindo maior segurança, integridade das informações e redução de custos operacionais. Softwares passaram a ser essenciais nesses processos. 

Neste artigo vou falar um pouco sobre as possibilidades de automatização que a documentação eletrônica pode proporcionar às empresas contribuintes.

Boa leitura a todos.

Os Documentos Fiscais eletrônicos, principalmente a Nota Fiscal eletrônica, proporcionaram a remodelagem de alguns processos dentro das empresas. A gestão de faturamento e recebimento de mercadorias pôde ser medida e melhorada e a interação com clientes e fornecedores pôde ser trabalhada de forma mais dinâmica.

O que é possível fazer agora?

Nota Fiscal eletrônica de Saída

Ao emitir uma NF-e, a empresa pode encaminhar o DANFE e o arquivo XML da Nota eletrônica para o seu cliente por e-mail. Isso permite que na outra ponta o cliente possa verificar se as informações estão corretas e programar com antecedência o recebimento da mercadoria.

Nota Fiscal eletrônica de Entrada

Ao receber uma mercadoria e de posse do DANFE, a empresa pode conferir se a NF-e está realmente autorizada na SEFAZ e verificar se o fornecedor encaminhou o arquivo XML da Nota. Com as informações do DANFE a empresa pode efetuar a entrada dos dados em seu sistema de gestão.

Como é possível automatizar esses processos?

Nota Fiscal eletrônica de Saída

 Quando a empresa emite a NF-e, além de encaminhar o arquivo ao cliente por e-mail, ela também pode disponibilizar um ambiente web para que o próprio cliente possa acessar o documento eletrônico e proceder com o armazenamento do mesmo, ou fazer sua reimpressão.

Para o cliente final este é um recurso interessante, pois durante o mês ele poderá efetuar mais compras e receber mais Notas eletrônicas por e-mail. Ao invés de procurar os arquivos das Notas eletrônicas entre os e-mails recebidos, ele poderá acessar o ambiente web do fornecedor e efetuar o download de todos os arquivos de um determinado período (semana, mês, etc) de uma só vez.

Nota Fiscal eletrônica de Entrada

Ao receber uma mercadoria, o recebedor não precisa efetuar manualmente o processo de conferência da Chave de Acesso da NF-e no site da SEFAZ, nem conferir se o fornecedor encaminhou o arquivo XML. Todo esse processo de recepção e validação da NF-e pode ser feito automaticamente por um Software.

De posse do DANFE, a empresa necessita dar a entrada das informações em seu sistema de gestão. Também não há a necessidade de efetuar esse processo de forma manual, digitando as notas uma a uma no sistema de gestão. Há software de gestão de NF-e que integram-se com o ERP, fazendo esse procedimento de forma automática.

Com o auxílio desse software de NF-e a empresa automatiza: a recepção e armazenamento dos arquivos XML, a validação deles na Secretaria de Fazenda e a importação das informações das Notas para dentro da base de dados do ERP. Tudo isso com pouco, ou nenhuma, interação manual do faturista/recebedor.

Quais as soluções em software disponíveis?

Há ferramentas no mercado que podem auxiliar as empresas a gerirem melhor seus processos de gestão de documentos eletrônicos fiscais. Alguns dos softwares mais completos do segmento são desenvolvidos pela empresa G2KA Sistemas. A G2KA é especialista em soluções para gestão de NF-e, NFS-e e CT-e e sua atuação comercial abrange todo país.

Nota Fiscal eletrônica de Saída

A empresa que deseja dispor aos seus clientes recursos para que eles possam gerenciar as Notas eletrônicas, poderá utilizar o Portal B2B. Trata-se de uma solução web onde a empresa emissora de NF-e disponibiliza aos seus clientes os arquivos XML através de um site na internet.

Cada cliente recebe um usuário e senha e acessa o Portal B2B pelo seu navegador. Ao efetuar o acesso, o cliente destinatário pode visualizar todas as Notas Fiscais eletrônicas que foram emitidas contra ele, em todas as compras efetuadas. Ele também poderá executar ações como o download em lote dos arquivos XML das Notas e a reimpressão do DANFE.

Nota Fiscal eletrônica de Entrada

Para a gestão e integração dos documentos de entrada, a G2KA desenvolveu o Supply B2B. Ele é uma solução que permite a automatização das Notas Fiscais eletrônicas de entrada, enviadas pelos fornecedores. O software gerencia a recepção, armazenamento, validação do documento eletrônico e faz a entrada das informações dentro do sistema ERP.

Com o Supply B2B não é necessário digitar as notas de entrada a partir do DANFE. Ele utiliza as informações presentes no arquivo XML para, de forma automática, gerar a nota de entrada na base de dados do ERP. Esse processo necessita de pouca, ou nenhuma, intervenção humana, reduzindo tempo no processo operacional e eliminando erros de digitação.

Um alerta para as empresas

Geralmente as empresas preocupam-se exclusivamente com a emissão da NF-e e acabam adotando soluções mais simples. Algumas não fazem uma análise do investimento necessário e não avaliam o real Custo X Benefício de uma solução completa.

As empresas que apenas emitem NF-e estão atendendo parte da legislação, não ela por completo. A legislação especifica que, o contribuinte emissor de NF-e também está obrigado a armazenar as Notas eletrônicas recebidas e deve cobrar de seus fornecedores o envio delas.

Não se trata de apenas atender a legislação. É necessário que as empresas estejam abertas as mudanças. São mudanças como estas que trazem benefícios e permitem a criação de diferenciais competitivos. Também são elas que possibilitam o desenvolvimento e a melhoria nos processos de gestão das empresas.

Espero ter colaborado.

Abraços!!!

Por favor, fiquem a vontade em comentar o artigo. Todo e qualquer comentário será muito bem vindo, e usarei todas as sugestões para melhorar cada vez mais as publicações. Também não sou o dono da verdade, então se for necessário me corrijam!!! Tudo o que descrevo aqui reflete a minha experiência em NF-e, NFS-e e CT-e, mas estou em constante aprendizado.

Grande abraço!!!

Maicon Klug
comercial@g2ka.com.br
(47) 3035-7882

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